terça-feira, 25 de março de 2014

Nouvelle Vague

O que foi a Nouvelle Vague?

Foi um novo movimento artístico que nasceu em 1958 na França. O nome foi lançado por Françoise Giroud e surgiu como uma reacção contrária às notáveis produções encomendadas pelos grandes estúdios.
A revista Cahiers du cinéma (“cadernos de cinema”) - considerada a bíblia da crítica à sétima arte - inspirou jovens críticos que depois de alguns anos a esmiuçar o cinema de Hollywood, decidiram pôr mãos à obra e criar os seus próprios estilos. Em comum tinham o desejo da autonomia criativa, retratando questões pessoais e quotidianas, fazendo assim deste movimento uma resposta mais pessoal e barata - o chamado "cinema de autor".


Características:

- Produções baratas (muitas vezes financiadas pelos próprios realizadores);
- Actores pouco conhecidos;
- Filmagens na rua;
- Rompimento da narrativa linear tradicional (idas e vindas no tempo);
- Liberdade estética (cortes repentinos e câmara em qualquer ângulo ou posição);
- Temas quotidianos e tabus;
- Personagens à margem da sociedade (criminosos, adúlteros, rebeldes...).


Grandes Nomes:

O Veterano Jean-Luc Godard

O mais inovador e produtivo deste movimento, mas também acusado como um dos responsáveis pelo seu fim, após um desentendimento com o seu grande amigo François Truffaut.

É ainda hoje considerado o maior mito vivo do cinema francês. Continua a trabalhar e a sua última obra é "Adieu au langage" (2013).

Principais filmes:

À bout de souffle (1960), Une femme est une femme (1961) Vivre sa vie: Film en douze tableaux (1962), Pierrot le fou (1965) e Alphaville, une étrange aventure de Lemmy Caution (1965).





Ao lado de Godard foi o principal nome da Nouvelle Vague. Teve uma infância conturbada e na adolescência foi acolhido por André Bazin, renomado e influente critico de cinema e editor-chefe da Cahiers du Cinéma.

Aos 25 anos, Truffaut já tinha visto mais de 3 mil filmes e a sua primeira longa metragem "Les quatre cents coups" (1959) venceu o Festival de Cannes.

Principais Filmes:

Les quatre cents coupe (1959), Tirez sur le pianiste (1960), Jules et Jim (1962), L'enfant sauvage (1970) e L'homme qui aimait les femmes (1977).




O Substituto Eric Rohmer

Após a morte de André Bazin - que morreu jovem aos 40 anos - Eric Rohmer foi o primeiro dos jovens críticos a tornar-se director editorial do "Cahiers du Cinéma" em 1958.

É o típico caso do sucesso após anos de trabalho. Durante o auge da Nouvelle Vague, Rohmer não era apreciado, mas a década de 70 trouxe justiça e reconhecimento e hoje em dia Eric é um dos membros mais apreciados.

Principais Filmes:

Le signe du lion (1959), La collectionneuse (1967), Ma nuit chez Maud (1969), Le genou de Claire (1970) e Pauline à la plage (1983).



O Polémico Jacques Rivette

Foi com a adaptação de uma peça de Diderot - La religieuse - que chegou ao sucesso.
A história de uma jovem freira perseguida pelas suas superiores foi considerado um tema chocante para a França, mas ajudou a quebrar alguns tabus da época. O filme foi tão irreverente, que chegou a ser proibido e diversos países.

Com o fim do movimento, Rivette migrou para a TV.

Principais Filmes:

La religieuse (1966), L'amour fou (1969), Céline et Julie vont en bateau - Phantom Ladies Over Paris (1974), La bande des quatre (1989) La belle noiseuse (1991).


O Pioneiro Claude Chabrol

Graças a uma herança, Chabrol foi o primeiro do grupo a conseguir rodar um filme, em 1958. 
Os seus primeiros trabalhos têm um tom sóbrio e de suspense e chegou a suspender a sua carreira nos anos 60.

Com as revoltas estudantis de 68, o realizador ganhou novo fôlego e regressou em grande com alguns dos seus maiores sucessos.

Principais Filmes:

 Le beau Serge (1958), La femme infidèle (1969), Que la bête meure (1969), Le boucher (1970) e Une affaire de femmes (1988).




O Legado

A geração de 60 e 70 consolidou o cinema independente americano graças à Nouvelle Vague. Realizadores como Martin Scorsese, Francis Ford Copolla ou George Lucas, pegaram na ideia "uma câmara na mão, uma ideia na cabeça" e são hoje alguns dos melhores exemplos da influencia deste movimento.
Também Quentin Tarantino é um apreciador do Nouvelle Vague. O nome da sua produtora, "A Band Apart" é retirado de um filme de Godard e alguns dos diálogos do filme "Pulp Fiction" são inspirados no filme À bout de souffle (1960), também ele de Jean-Luc Godard.



Fontes: Mundo Estranho, Wikipédia

segunda-feira, 17 de março de 2014

Cinema Sem Lei - CIRCUS Magazine

Em Fevereiro fui convidado a escrever duas páginas sobre o Cinema Sem Lei para a revista CIRCUS.
Mais do que publicitar a página, procurei partilhar a minha experiência e com isso incentivar pessoas a criar novos projectos. Experimentem. Façam-se à vida! Nunca se sabe quando é que a CIRCUS vos bate à porta.
Para ficares a conhecer melhor esta revista que promove novos projectos, vai aqui: CIRCUS





domingo, 9 de fevereiro de 2014

8 fórmulas/motivos que fizeram de Alfred Hitchcock o mestre do suspense

Toda a gente conhece Hitchcock. Mesma para quem nunca viu um filme dele (grande erro vosso), a imagem de uma mulher a gritar numa banheira é clássica.
Hitchcock foi um dos primeiros realizadores a explorar a sua própria imagem. "Alfred Hitchcock Presents" é um clássico dentro dos próprios clássicos. O mestre do suspense também celebrizou as cameo appearance - quando um membro da equipa aparece por breves momentos no filme podendo ou não ter um papel relevante para a trama. Não satisfeito ainda começou a fazer umas intervenções antes do inicio dos filmes a explicar as motivações para o ter feito ou usando metáforas entre o filme e a realidade que o rodeava.
Hoje apresento-vos marcos na carreira deste realizador, um dos melhores de sempre.



1 - Inovação

Quando grandes estrelas protagonizam um filme não estamos à espera que morram. Mas se morrerem, o esperado é que seja já no final e provavelmente com uma morte gloriosa e emocional.  
Hitchcock não só quebrou esse método como realizou uma das cenas mais memoráveis da história do cinema. Em Psycho (1960) o cineasta matou a sua protagonista (Janet Leigh) aos 46 minutos de filme. 

2 - Nós sabemos

Nós somos cúmplices do realizador. Em vários filmes Hitchcock apresenta-nos informações preciosas que a personagem não sabe e que provavelmente põe em risco a sua vida se não descobrir a tempo. Em Sabotage (1936) um menino carrega, sem saber, um pacote com uma bomba-relógio. Por várias razões atrasa-se na entrega e é isso que deixa o público em completo suspense. Será que conseguiu entregar a tempo?


3 - Trauma de infância

No livro Hitchcock/Truffaut, o realizador revela que quando era apenas um miúdo o pai pediu-lhe para ir à esquadra da polícia entregar um papel. Nesse papel estava escrito que fosse trancado numa cela e que o policia lhe dissesse "Isto é o que acontece com meninos desobedientes". O cineasta disse que nunca teve tanto medo na sua vida como naquele momento, mas ao mesmo tempo incutiu-lhe o desejo de ter o mesmo efeito em outras pessoas.
Um exemplo deste trauma é demonstrado no filme The Wrong Man (1956) onde pessoas são acusadas injustamente por um crime que não cometeram.


4 - Silêncio

A maioria das pessoas não sabe, mas Hitchcock começou a trabalhar para o cinema criando legendas que simulavam os diálogos em filmes mudos. Foi assim que aprendeu a causar emoção ao público mesmo sem diálogo, usando enquadramentos e cortes precisos. Rope (1948) é um excelente exemplo já que é cheio de cenas contínuas e de cortes disfarçados.


5 - O objecto insignificante

O "MacGuffin". É assim designado ainda hoje o objecto comum que serve apenas para dar um objectivo ao protagonista e gerar suspense, mas que acaba por perder a importância e até fica esquecido com o desenrolar do filme. O site por onde me estou a basear dá o exemplo de um microfone secreto que causa a perseguição em North by Northwest (1959). Confesso que ainda não vi o filme, por isso dou o exemplo de Pulp Fiction (1994). Estão a ver a mala que o Vincent e o Jules vão buscar? É grande "MacGuffin"!


6 - Voyeurismo

Sem a conotação sexual que a palavra tem, o realizador aproveitou várias vezes a ideia de alguém estar a observar situações intimas ou de sofrimento. É de resto o elemento principal para o filme Rear Window (1954) onde o protagonista observa a vida dos seus vizinhos através da sua casa. Em outros filmes o cineasta também fez com o que público visse inúmeras cenas através do ponto de vista do vilão.


7 - Loiras

Kim Novak, Grace Kelly, Janet Leigh, Vera Miles, Tippi Hedren... Hitchcock tinha uma obsessão por actrizes loiras e numa época em que as loiras eram o grande símbolo sexual, o realizador juntou o útil ao agradável fazendo destas mulheres as suas protagonistas. 
Tippi Hedren, protagonista de The Birds (1963) chegou a acusá-lo de assédio sexual, mas esse lado do realizador nunca chegou a ser provado.


8 - Mulheres

Num discurso de agradecimento o realizador fez questão de agradecer às quatro mulheres da sua vida: "Uma é guionista, outra é editora, outra é a mãe da minha filha e a última é a melhor cozinheira que já existiu.". Todas estas mulheres têm apenas um nome, Alma Reville. A sua amada esposa que consertava erros de edição e continuidade e ainda foi guionista em filmes como Shadow of a Doubt (1943).


Fontes: http://mundoestranho.abril.com.br/ e Hitchcock/Truffaut



quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Dez preparações de papéis mais extremas de Daniel Day-Lewis

Daniel Day-Lewis é um nome incontornável da representação. Três Oscars como melhor actor, algo inédito (Jack Nicholson também tem três, mas um deles é de melhor actor secundário) e segundo o IMDb mais 91 prémios, entre os quais Globos de Ouro e Baftas.
É conhecida a sua entrega aos papéis, mas será que conhecem essa entrega assim tão bem? Fiquem a conhecer as dez preparações de papéis mais extremas de Day-Lewis:


10º - The Ballad of Jack and Rose (2005)


Rebecca Miller, esposa de Day-Lewis ofereceu-lhe este papel. Como forma de agradecimento, o actor saiu de casa para viver o isolamento da sua personagem. Desta não estavas tu à espera Rebecca.

9º - Lincoln (2012)


Para dar vida a Abraham Lincoln, Daniel Day-Lewis exigiu que todos, inclusive Spielberg, o tratassem por "Sr. Presidente" e não permitiu que actores de origem britânica falassem para ele com a sua pronúncia natural, por medo que também ele saísse da pronúncia americana.

8º - My Left Foot (1989)


Quando Daniel Day-Lewis teve de interpretar o poeta paralisado Christy Brown, recusou-se a sair da cadeira de rodas. Para onde quer que fosse o actor tinha de ser carregado pelos membros da equipa. Exigiu também que todas as refeições lhe fossem dadas na boca.

7º - The Boxer (1997)


Para interpretar Danny Flynn, Daniel foi treinado pelo antigo campeão de pesos pesados Barry McGuigan durante um ano e meio. Para além de treinar todo o dia, durante todos os dias, o actor ainda tatuou a mão, para, segundo ele, entrar na personagem.

6º - The Unbearable Lightness of Being (1988)


Para interpretar Tomas, aprendeu checo e recusou sair da personagem durante todo o tempo de filmagens (oito meses). 

5º - The Last of the Mohicans (1992)


Para este papel aprendeu a construir canoas e a caçar a própria comida. E recusou comer tudo o que não fosse morto por ele.

4º - There Will Be Blood (2007)


O actor secundário deste filme era Kel O'Neill. Era, porque desistiu do projecto alegando que Day-Lewis é demasiado intenso. Para entrar na personagem, Daniel aprendeu a trabalhar com as máquinas que extraem o petróleo e achou que tinha de atirar bolas de bowling verdadeiras contra o, agora sim, actor secundário Paul Dano.

3º - Gangs of New York (2002)


Para Bill the Butcher, Day-Lewis foi aprendiz de talhante. Falou com sotaque de Nova Iorque durante todo o tempo de filmagens e ocupava os tempos livres a afiar facas. Recusou vestir casacos quentes porque não faziam parte da época e, surpresa, apanhou uma pneumonia. Porque vá... É o Day-Lewis, rejeitou a medicina moderna para se curar, preferindo a medicina da época.

2º - In The Name of the Father (1993)


Para retratar com exactidão um prisioneiro condenado injustamente, Daniel passou várias noites sozinho na prisão abandonada onde estavam a filmar. Para uma cena de interrogatório, fez uma directa de 72 horas (3 dias) e obrigou a equipa de filmagens a abusar verbalmente dele.

1º - The Crucible (1996)


Não tomou banho durante todo o tempo de filmagens para viver segundo a higiene dos século XVII. Como se isto fosse pouco, construiu a casa onde a sua personagem ia morar e ainda ajudou na construção do restante set. Não satisfeito, achou que precisava viver durante um tempo numa casa sem electricidade e água corrente.


De fazer inveja ao Chuck Norris!  

























sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Os 20 actores mais mortíferos de sempre

Segundo Randal Olson, um cientista informático norte-americano, estes são os vinte actores mais mortíferos de sempre. Os números entre parênteses são o número de mortes.
E como nenhuma mulher conseguiu chegar ao número de mortes suficientes para entrar neste top, fica o apontamento que Uma Thurman é a mais mortífera e conta já com 77 mortes.

20º - Mark Wahlberg (125)


19º - Charlie Sheen (131)


18º - Toshiro Mifune (134)


17º - Steven Seagal (146)


16º - Mel Gibson (148)


15º - Ray Stevenson (149)


14º - Bruce Willis (157)


13º - Will Smith (158)


12º - Christian Bale (161)


11º - Jason Statham (182)


10º - Wesley Snipes (193)


9º - Clive Owen (194)


8º - Jet Li (201)


7º - Nicolas Cage (204)


6º - Clint Eastwood (207)


5º - Tomisaburo Wakayama (226)


4º - Dolph Lundgren (239)


3º - Sylvester Stallone (267)


2º - Chow Yun-Fat (295)


1º - Arnold Schwarzenegger (369)




















quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Melhores filmes de 2013, segundo Pedro Almodóvar

O cineasta espanhol também aderiu às listas de filmes. Segundo o site Cinemania estes são os filmes escolhidos por Almodóvar:



  1. The Act of Killing (Joshua Oppenheimer, Christine Cynn & Anónimo) 
  2. La Grande Bellezza (Paolo Sorrentino) 
  3. Paradise: Faith (Ulrich Seidl) 
  4. Paradise: Love (Ulrich Seidl) 
  5. A Vida de Adèle (Abdellatif Kechiche) 
  6. Todas las mujeres (Mariano Barroso) 
  7. Mud- Fuga (Jeff Nichols) 
  8. Sister-Irmã (Ursula Meier) 
  9. Todos queremos lo mejor para ella (Mar Coll) 
  10. Stockholm (Rodrigo Sorogoyen) 
  11. Metro Manila (Sean Ellis) 
  12. La herida (Fernando Franco) 

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

TOP 15 filmes passados no Natal

Chegou a minha segunda época festiva preferida (a primeira é quando o Benfica é campeão e só Jesus, o Jorge, sabe o que tenho sofrido.) e há que partilhar o meu top 15 filmes passados no Natal. 
Tal como me foi sugerido, não precisam ser filmes que contam uma história de Natal, basta que se passem nessa altura do ano. E eis que surge a minha dúvida: "devo organiza-los pela qualidade ou pelo reconhecimento?". Tentei fazer uma mistura e o resultado é este:


15º - Christmas Vacation (1989)


"Os planos da família Griswold para uma grande festa de Natal em família previsivelmente transforma-se num grande desastre."

14º - Jack Frost (1998)


"Um pai, que não consegue manter suas promessas, morre num acidente de carro. Um ano depois, retorna como um boneco de neve, que tem a última chance de acertar as coisas com o seu filho antes que desapareça para sempre."

13º - The Santa Clause (1994)

"Quando um homem inadvertidamente mata o Pai Natal na véspera de Natal, vê-se magicamente recrutados para tomar seu lugar."

12º - Elf (2003)

"Depois de, inadvertidamente, causar estragos na comunidade elfo devido ao seu tamanho, um homem criado como um elfo no Pólo Norte é enviado para os EUA em busca de sua verdadeira identidade."

11º - Gremlins (1984)

"Um menino quebra inadvertidamente três regras importantes sobre o seu novo animal de estimação e desencadeia uma horda de monstros malevolamente travessos numa pequena cidade."
Haverá melhor prenda de Natal?

10º - Miracle on the 34th Street (1994)

"Na época do Natal, um homem é contratado para trabalhar como Pai Natal na loja de brinquedos em que a mãe de Susan trabalha. A menina não acredita que o Pai Natal exista, mas o homem diz que está ali para provar para a menina e para todas as pessoas que ele é mesmo o Pai Natal e que ele existe."

9º - The Muppet Christmas Carol (1992)


"Os Muppets contam a sua versão do clássico conto de Charles Dickens "A christmas carol", a história da redenção de um velho amargo e avarento na véspera de Natal."

8º - Polar Express (2004)


"Conto de natal baseado no livro de Chris Van Allsburg, mostra o dilema de um rapaz que, desacreditando no Pai Natal, realiza uma viagem rumo ao Pólo Norte num comboio que, apesar de guardar todas as características realistas, contém "magia natalícia"."

7º - Die Hard (1988)

"John McClane, oficial da polícia de Nova Iorque, tenta salvar a esposa Holly Gennaro e vários outros reféns feita pelo terrorista alemão Hans Gruber, durante uma festa de Natal no Nakatomi Plaza, em Los Angeles."
Yippie-Kai-Yay, Motherfucker!

6º - How the Grinch Stole Christmas (2000)


"Grinch é uma criatura verde e mesquinha que odeia o espírito de Natal. Odiando o Natal, pretende estragar a festa dos moradores, roubando presentes e enfeites com a ajuda do seu cão."


5º - Joyeux Noël (2005)

"Na véspera de Natal, durante a Primeira Guerra Mundial, os alemães, franceses e os escocês confraternizam e ficam a conhecer os homens que vivem no lado oposto de uma guerra brutal, no que se tornou uma verdadeira lição de humanidade."
4º - Home Alone (1990)
"Um menino de 8 anos de idade, é acidentalmente deixado para trás enquanto a sua família voa para França para festejar o Natal. Sozinho, vê-se na obrigação de defender a sua casa contra dois homens que a querem assaltar."

3º - The Nightmare Before Christmas (1993)


"Jack Skellington é o Rei das abóboras na cidade de Halloween.
Certo dia, descobre a cidade de Natal e fica tão impressionado com a alegria, música e boa disposição que os seus olhos comtemplam. De regresso a casa, uma ideia genial e diabólica apodera-se de todo o seu entusiasmo: este ano, ele será o Pai Natal e toda a cidade de Halloween ficará encarregue dos preparativos da quadra."

2º - A Christmas Carol (2009)


"Uma releitura animada do romance clássico de Charles Dickens sobre um homem avarento, levado numa jornada de auto-redenção, cortesia de várias aparições misteriosas de Natal."

1º - It's a Wonderful Life (1946)

"Um anjo ajuda um homem de negócios compassivo mas desesperadamente frustrado, mostrando o que a vida seria se ele nunca tivesse existido."

Obrigado pela sugestão Carla Viana! :)